Sábado... Mc Donalds... casa da drix... casa da Mandes... postinnho... cerva... Bubu... caipirinnha de morango... dancing queens!... vodica e energeticos... red bull não me deu asas... macarena... palquinho... ´sentada no lixo... japones hetero... macarena... vodika de novo... energetico... vodka.... funk soul brothers.... careca de olho verde... olhaa esse.... catcheee... dá licença, to com ela... hahaha... o que a gnt quer... duas cervas e vc.... hahahaha.... to passando mal... leva sua amiga pra enfermaria... descendo a escada de esqui bunda... me passa o lixo por favor... vamo sai fora... tem que pagar pra sair?.... ponto de onibus... conta de telefone... dormindo descalça... maquiagens borradas... posto de gasolina... mandes, socorro... grau maristela... mc donalds sem comida... carro da drix... casa... Tetas... lavar o peh na pia, não tem preço!
É... de volta a louca vida desenfreada!
domingo, 21 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
(IN)CERTEZA...
ah! Se ela aprendesse a confiar em alguém... entre tantas dúvidas ela simplesmente olha fundo na íris verdadeira de palavras falsas e sabe da mentira que finge acreditar...
Não ela não confia em nada... e se ela aprendesse a se entregar? Seria ela mais uma tola em meio a tantos bonecos presos a uma irrealidade superficial, amarrada às leis da moral, esquecida dos caminhos da ética...
E assim que se lembra, ergue os muros invisíveis da auto proteção e acredita, assim, não se ferir, e talvez torne-se um tanto quanto insensivel, no entanto se sensibilidade depende da capacidade de se ater ao real o que é verdadeiramente sincero? Não... Não existe realidade e tudo que se sente faz parte de uma ilusão criada para que a mentira pareça verdade, para que a vida faça sentido, que palavras falem por si só sem essencia...
Em nada se pode confiar... tudo muda... a palavra dita vem cheia de sentidos e acorrentada a uma mentira inconsciente, enquanto a única certeza da vida, é a lua brilhando no céu escuro através do vidro da janela da alma.
Não ela não confia em nada... e se ela aprendesse a se entregar? Seria ela mais uma tola em meio a tantos bonecos presos a uma irrealidade superficial, amarrada às leis da moral, esquecida dos caminhos da ética...
E assim que se lembra, ergue os muros invisíveis da auto proteção e acredita, assim, não se ferir, e talvez torne-se um tanto quanto insensivel, no entanto se sensibilidade depende da capacidade de se ater ao real o que é verdadeiramente sincero? Não... Não existe realidade e tudo que se sente faz parte de uma ilusão criada para que a mentira pareça verdade, para que a vida faça sentido, que palavras falem por si só sem essencia...
Em nada se pode confiar... tudo muda... a palavra dita vem cheia de sentidos e acorrentada a uma mentira inconsciente, enquanto a única certeza da vida, é a lua brilhando no céu escuro através do vidro da janela da alma.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
IDEALIZAR: VERBO INTRANSITIVO
Eu idealizo
Tu idealizas
Ele idealiza
Nós idealizamos
Vós idealizais
Eles idealizam
Idealizas? E se idealizar basta por si só, por que, afinal, me idealizastes?
Tudo, nada, nunca...
E quisera, eu, não ser uma figura utópica fruto de tua mente esperançosa, pois sendo assim, nunca corresponderei às expectativas de tua perfeição... Quisera eu, não ser assim e ter ficado em tua imaginação, pois poderia ter sido eternamente perfeita...
Quisera eu que a realidade não batesse forte em nossas faces, chamando-nos para a cruel verdade de ser quem essencialmente somos...
Quisera eu, que tu não tivestes aprendido o maldito verbo intransitivo, e por assim ser, confortar-te-ias em meus humildes braços,não perfeitos, mas simplesmente suficientes... Quisera eu que o verbo idealizar não idealizasse algo ou alguém, pois se assim fosse, seria teu amor do jeito estranho e real de ser, e amarias o que sou, não o que gostarias que eu fosse...
Tu idealizas
Ele idealiza
Nós idealizamos
Vós idealizais
Eles idealizam
Idealizas? E se idealizar basta por si só, por que, afinal, me idealizastes?
Tudo, nada, nunca...
E quisera, eu, não ser uma figura utópica fruto de tua mente esperançosa, pois sendo assim, nunca corresponderei às expectativas de tua perfeição... Quisera eu, não ser assim e ter ficado em tua imaginação, pois poderia ter sido eternamente perfeita...
Quisera eu que a realidade não batesse forte em nossas faces, chamando-nos para a cruel verdade de ser quem essencialmente somos...
Quisera eu, que tu não tivestes aprendido o maldito verbo intransitivo, e por assim ser, confortar-te-ias em meus humildes braços,não perfeitos, mas simplesmente suficientes... Quisera eu que o verbo idealizar não idealizasse algo ou alguém, pois se assim fosse, seria teu amor do jeito estranho e real de ser, e amarias o que sou, não o que gostarias que eu fosse...
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
UM PEQUENO IMPREVISTO --- Paralamas
Eu quis querer o que o vento não leva
Pra que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Pra que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado
Até que num dia qualquer
Eu vi que alguma coisa mudara
Trocaram os nomes das ruas
E as pessoas tinham outras caras
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa
Pra que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Pra que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado
Até que num dia qualquer
Eu vi que alguma coisa mudara
Trocaram os nomes das ruas
E as pessoas tinham outras caras
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa
terça-feira, 11 de novembro de 2008
EQUILÍBRIO DA VIDA
Talvez esse seja meu equilíbrio... é no qual eu acredito... quando a vida lhe traz alguém muito especial, por puro e simples equilíbrio, ela lhe tira outro...
Quando a felicidade é tanta que mal cabe em um sorriso, algo trágico tem que acontecer... por único e perfeito equilíbrio...
Quando o amor é tanto que mal cabe no peito, é necessário um espaço a ser aberto e entao uma pessoa querida lhe é roubada...
Quando a vida lhe parece eterna, vem a morte e lhe mostra que é finita...
Quando os sentimentos não lhe permitem o sofrimento, vêm as lágrimas e mostram que tudo tem seu equilíbrio...
E talvez a vida seja curta, mas o amor é eterno e é ele que traz a graça da vida.
A vida não é infinita, mas o impacto que ela causa em outras é. O amor resiste ao tempo, ao sofrimento, às doenças, à morte... o amor resiste a qualquer custo... é infinito, imensurável, esse tal de amor de qualquer tipo de qualquer gênero de qualquer grau.
Um beijo de despedida de uma menina imensamente feliz, triste em dar tchau, mas perfeitamente conformada com o equilírio vital....
Quando a felicidade é tanta que mal cabe em um sorriso, algo trágico tem que acontecer... por único e perfeito equilíbrio...
Quando o amor é tanto que mal cabe no peito, é necessário um espaço a ser aberto e entao uma pessoa querida lhe é roubada...
Quando a vida lhe parece eterna, vem a morte e lhe mostra que é finita...
Quando os sentimentos não lhe permitem o sofrimento, vêm as lágrimas e mostram que tudo tem seu equilíbrio...
E talvez a vida seja curta, mas o amor é eterno e é ele que traz a graça da vida.
A vida não é infinita, mas o impacto que ela causa em outras é. O amor resiste ao tempo, ao sofrimento, às doenças, à morte... o amor resiste a qualquer custo... é infinito, imensurável, esse tal de amor de qualquer tipo de qualquer gênero de qualquer grau.
Um beijo de despedida de uma menina imensamente feliz, triste em dar tchau, mas perfeitamente conformada com o equilírio vital....
terça-feira, 4 de novembro de 2008
PARA SEMPRE, PARA TI AGORA
TInha AGOra uma rasa felicidade transbordando dos olhos...algo inesperado, confuso, indefeso e inocente... um traçoeiro sentimento aprisionado no coração por tantos anos que veio, com um gesto simples e infantil, à tona...
dando as caras com um olhar baixo... e um esboço de meia volta que significou muito mais que mil palavras jogadas ao vento... um simples, TImido e AGuçadO gesto que liberou todo cuidado desejo de cinco anos... e TIrando a tristeza que AGOrava o peito o toque dos lábios tão esperado revelou o desTIno traçado em AGOsto há 5 anos... ele era dela e ela dele... já era para ser assim...
a dolorosa passagem dos segundos só ensinou à cabeça e aos senTImentos AlGO já sabido por ambos... a vida é uma roda gigante...
na roda viva da felicidade dois corpos opostos se encontram em vidas absurdamente diferentes mas por opção vivem a mesma... os olhos brilham, o sorriso vem sem TItubear do âmAGO do peito, as mãos se encontram, os braços se entrelaçam como em desespero... é como último momento de vida... TIragem do afAGO de amor... suspiro antecessor do nirvana... a pele se encosta, a face se cora com o calor alheio, o inconsciente reconhece o cheiro do carinho, um peito noutro...
é o auge da felicidade mútua... momento transcendente de uma alma dividida.... elevação... um tempo fora do relógio, incontável, imensurável... a felicidade é uma dádiva pertencente a poucos e únicos... o universo não pertence a ninguém senão aos dois... o sorriso não é máscara, as palavras não são pesadas... são seres livres, voadores da alegre plenitude... dócilmente leves e simples... cúmplices do mesmo crime... TInha AGOra o amor....
dando as caras com um olhar baixo... e um esboço de meia volta que significou muito mais que mil palavras jogadas ao vento... um simples, TImido e AGuçadO gesto que liberou todo cuidado desejo de cinco anos... e TIrando a tristeza que AGOrava o peito o toque dos lábios tão esperado revelou o desTIno traçado em AGOsto há 5 anos... ele era dela e ela dele... já era para ser assim...
a dolorosa passagem dos segundos só ensinou à cabeça e aos senTImentos AlGO já sabido por ambos... a vida é uma roda gigante...
na roda viva da felicidade dois corpos opostos se encontram em vidas absurdamente diferentes mas por opção vivem a mesma... os olhos brilham, o sorriso vem sem TItubear do âmAGO do peito, as mãos se encontram, os braços se entrelaçam como em desespero... é como último momento de vida... TIragem do afAGO de amor... suspiro antecessor do nirvana... a pele se encosta, a face se cora com o calor alheio, o inconsciente reconhece o cheiro do carinho, um peito noutro...
é o auge da felicidade mútua... momento transcendente de uma alma dividida.... elevação... um tempo fora do relógio, incontável, imensurável... a felicidade é uma dádiva pertencente a poucos e únicos... o universo não pertence a ninguém senão aos dois... o sorriso não é máscara, as palavras não são pesadas... são seres livres, voadores da alegre plenitude... dócilmente leves e simples... cúmplices do mesmo crime... TInha AGOra o amor....
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
MINHA SIM CITY

Aprendeu a se virar sozinha, em caça ao lusco-fusco, deu voltas sem parar no stand alegórico do seu incansável ser e viu com suas próprias unhas e dentes aquele ser incrível dando de ombros com o que parecia ser mais o eu lírico que um personagem sem cérebro que continha gelo seco correndo pelas veias.
E no cair da bola de fogo no céu azul da tarde pútrida os minúsculos seres faziam daquela maldita banheira de baba e mijo um parque de diversões enquanto sentada no canto o funk dominava os tímpanos meio aguçados de quem tem uma paixão e ela se chama Rock'n Roll.
O que tinha que estar límpido como vinho tinto descendo pela guela da menina viciada em qualquer tipo de alucinógeno, o estilo andrógeno lhe trouxe dúvidas, perguntas dúbias, respostas ambíguas.
A vida lhe tornara amarga como doce cru de ameixa seca, e os cortes profundos no coração pulsante lhe faziam enxugar as maçâs molhadas da água salgada que lhe escorria dos globos. E seus oculares transbordando eram tomados pela alma que cuspia com raiva as lâminas que lhe eram fincadas com olhares.
E acordou no meio da madrugada, com o canto do sabiá à sua esquerda e os berros do casal aos prantos à direita... deu de costas para a cidade... Elevou seu dolorido e jovem corpo sobre a banqueta escrota e miúda do balaústre... era mais alta que todas as construções de concreto cinza da cidade que lhe pertencia... fechou suas lacrimejosas e relutantes pálpebras e cansada largou os ombros por sobre o ferro preto que dividia o mundo real do surreal....
E ELA, LIVRE, LEVE E SOLTA.... VOOU. SEU ÚLTIMO LONGO VÔO DE 10 CURTOS ANDARES.
E no cair da bola de fogo no céu azul da tarde pútrida os minúsculos seres faziam daquela maldita banheira de baba e mijo um parque de diversões enquanto sentada no canto o funk dominava os tímpanos meio aguçados de quem tem uma paixão e ela se chama Rock'n Roll.
O que tinha que estar límpido como vinho tinto descendo pela guela da menina viciada em qualquer tipo de alucinógeno, o estilo andrógeno lhe trouxe dúvidas, perguntas dúbias, respostas ambíguas.
A vida lhe tornara amarga como doce cru de ameixa seca, e os cortes profundos no coração pulsante lhe faziam enxugar as maçâs molhadas da água salgada que lhe escorria dos globos. E seus oculares transbordando eram tomados pela alma que cuspia com raiva as lâminas que lhe eram fincadas com olhares.
E acordou no meio da madrugada, com o canto do sabiá à sua esquerda e os berros do casal aos prantos à direita... deu de costas para a cidade... Elevou seu dolorido e jovem corpo sobre a banqueta escrota e miúda do balaústre... era mais alta que todas as construções de concreto cinza da cidade que lhe pertencia... fechou suas lacrimejosas e relutantes pálpebras e cansada largou os ombros por sobre o ferro preto que dividia o mundo real do surreal....
E ELA, LIVRE, LEVE E SOLTA.... VOOU. SEU ÚLTIMO LONGO VÔO DE 10 CURTOS ANDARES.
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